PSOL volta a expressar ódio a Israel e comunidade judaica reage: “Lamentável”

04 JUN 2018
04 de Junho de 2018

O partido de extrema esquerda PSOL fez ataques abertos a Israel na última Parada Gay em São Paulo, realizada no último domingo, 03 de junho. Em resposta, a Federação Israelita do Estado de São Paulo emitiu uma nota de repúdio ao partido.

No Oriente Médio, Israel é o único país com democracia funcional, e suas leis protegem a liberdade de culto a judeus, cristãos e muçulmanos. Parte da população israelense é formada por árabes nascidos como cidadãos do país, e diferentemente do Egito – que trata os cristãos egípcios com diferenças nas leis – todos são iguais.

O contexto da sociedade israelense é muito próximo do padrão ocidental, com respeito às individualidades. O governo do país é o único do Oriente Médio a adotar leis que protegem as mulheres e que tratam como iguais as minorias, como os grupos LGBT.

No evento do último domingo, um DJ israelense foi convidado para tocar em um dos trios da Parada Gay, e o consulado israelense em São Paulo marcou presença para apreciar a apresentação do artista.

No entanto, para o PSOL, a simples presença dos representantes israelenses virou motivo de ativismo político e expressão de antissemitismo. O partido de extrema esquerda disse ser “inadmissível um evento que diz celebrar o amor, a igualdade e a diversidade aceite o apoio e a presença de um estado racista que vem invadindo as terras e massacrando todo um povo há 70 anos”.


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